Vive, dizes, no presente,
Vive só no presente.
Mas eu não quero o presente, quero a realidade;
Quero as cousas que existem, não o tempo que as mede.
O que é o presente?
É uma cousa relativa ao passado e ao futuro.
É uma cousa que existe em virtude de outras cousas existirem.
Eu quero só a realidade, as cousas sem presente.
Não quero incluir o tempo no meu esquema.
Não quero pensar nas cousas como presentes; quero pensar nelas como cousas.
Não quero separá-las de si-próprias, tratando-as por presentes.
Eu nem por reais as devia tratar.
Eu não as devia tratar por nada.
Eu devia vê-las, apenas vê-las;
Vê-las até não poder pensar nelas,
Vê-las sem tempo, nem espaço,
Ver podendo dispensar tudo menos o que se vê.
É esta a ciência de ver, que não é nenhuma
BLOGUE DA BIBLIOTECA ESCOLAR DA E. B. 2,3 DE CASTRO MARIM E DA BIBLIOTECA ESCOLAR DA E.B. 1 /JI DE ALTURA
18.3.11
13.3.11
TeaTroTeca: "Auto da Curandeira"

A TeaTroTeca apresentou pela primeira vez "Auto da Curandeira na 1ª República".
Na reabertura da Casa da Marioneta, em VRSA, completamente cheia, a TeaTroTeca apresentou o seu mais recente trabalho "Auto da Curandeira na 1ª República", a partir da obra de António Aleixo.
Nesta reabertura, houve também espaço para a música, para a poesia e para a apresentação da nova direcção da Ass. Boneco Sabichão.
9.3.11
TeaTroTeca apresenta "Auto da Curandeira na 1ª República" | 11 Março, 21:00, casa da marioneta
6.3.11
Carnaval - E.B. 1 de Altura
Na biblioteca escolar da E.B. 1 de Altura foram expostos vários trabalhos relativos ao Carnaval e realizados pelos alunos do Pré-Escolar e do 1º Ciclo.
Máscaras a partir de CD's, desenhos, histórias, pinturas...Aqui inserimos a fotografia de um belo palhaço exposto na biblioteca escolar e que veio alegrar esta época carnavalesca!
2.3.11
A lenda de Hércules

A lenda de Hércules ....
"Hércules, a quem os gregos chamavam de Herácles, devia à sua força imensa o privilégio de ser o mais popular de todos os heróis das antigas lendas gregas. Era filho de Zeus e de uma rainha de Tebas. Ainda no berço, deu Hércules provas do seu excepcional vigor. Um dia encontraram-no tranquilamente deitado com uma grande serpente em cada mão. Tinha estrangulado os animais, que o haviam atacado.Quando rapaz, guardava os rebanhos do seu pai terrestre. Um dia, ao conduzir os seus animais, chegou a uma encruzilhada onde encontrou duas deusas: uma era bela como o dia e prometeu ao jovem uma vida de prazer caso ele a quisesse seguir. Hércules perguntou-lhe quem era, tendo ela respondido: "sou a deusa do prazer". A outra deusa tinha um aspecto severo e sério. Era a deusa do dever. Disse a Hércules: "o caminho por onde te quero levar está cheio de dificuldades e exige muitos sacrifícios, mas no fim dele esperam-te uma glória imortal e um lugar no Olimpo"."Tu serás o meu guia", disse ele. Hércules teve então de entrar para o serviço de Euristeu, cobarde rei de Micenas. O seu senhor impôs-lhe as doze missões mais difíceis que se podem imaginar. Hércules só seria libertado da sua escravidão quando as tivesse levado a efeito. Realizou-as todas convenientemente.A sua lembrança permaneceu viva na lenda como os "Trabalhos de Hércules".A sua primeira proeza foi matar o leão de Nemeia. Mais tarde fez um manto com a pele desse leão, e essa cobertura protegia-o dos golpes.
Em seguida combateu a hidra de Lerna, pavoroso monstro, uma espécie de serpente de várias cabeças; vivia nos pântanos de Lerna, na região do mesmo nome. Hércules cortou primeiro algumas cabeças da hidra, mas por cada cabeça cortada cresciam rapidamente duas outras. Então pediu a um servidor que cauterizasse as feridas com um bocado de madeira incandescente antes que pudessem crescer novas cabeças. Quando o monstro, finalmente, morreu, embebeu as suas flechas no veneno, tornando-as assim mortais.Hércules realizou as penosas tarefas umas a seguir às outras. Um trabalho que parecia inteiramente impossível foi a limpeza dos estábulos do rei Augeias, onde o estrume de milhares de bois se tinha acumulado durante trinta anos. Mas Hércules resolveu o problema fazendo passar o rio Alfeu através dos estábulos. Em pouco tempo, toda a porcaria foi levada pelas águas.Finalmente, Hércules conseguiu chegar ao extremo, limite do mundo, onde se encontrava o gigante Atlas. Este suportava nas suas espáduas a abóbada celeste. Hércules incitou-o a roubar algumas maçãs de ouro no jardim de Hespérides, as filhas da noite, durante este tempo tomaria o lugar do gigante, segurando ele próprio a abóbada celeste. Mas Atlas, quando regressou com as maçãs, recusou-se a tomar conta do fardo."Bom então serei forçado a ficar aqui", disse Hércules. Mas ajuda-me um pouco, pois queria pôr uma almofada sobre os meus ombros". Naturalmente, Atlas não ia recusar-lhe este pequeno serviço. Mas, logo que se sentiu livre do fardo, Hércules fugiu com as maçãs e deixou Atlas entregue às suas imprecauções.A última tarefa de que Euristeu o encarregara era a de fazer sair o cão Cérbero dos Infernos. Hércules era muito corajoso, mas o coração batia-lhe quando partiu para a sombria mansão dos espectros. E sem a ajuda de Hermes não teria, sem dúvida, conseguido ser bem conseguido. Graças ao mensageiro dos mortos, conseguiu chegar junto de Hades, que finalmente o autorizou a levar o cão para a Terra. Não lhe foi fácil dominar esse monstro furioso, que tinha três cabeças e serpentes à maneira de pêlos. Hércules atirou-se ao cão e apertou-lhe as cabeças nas mãos; abafado, quase asfixiado, o cão estava reduzido à impotência. Em seguida Cérbero estava dominado. Deitou-se tremendo aos pés de Hércules e deixou-se conduzir de boa vontade.Quando Hércules chegou junto de Euristeu e lhe mostrou o cão, o príncipe ficou paralisado pelo medo e suplicou-lhe que levasse o animal. Hércules estava agora livre, mas não se aproveitou desta tranquilidade adquirida por tão elevado preço: começou a percorrer mundo, tornando inofensivos outros monstros e pondo a sua força ao serviço dos homens. Casou com a formosa princesa Dejanira.Um dia chegaram ambos a um rio rápido que precisavam de transpor. Hércules perguntava a si mesmo como é a sua mulher o atravessaria, quando chegou junto deles um centauro, animal metade homem, metade cavalo. Chamava-se Nesso e ofereceu-se para tomar Dejanira no seu dorso e nadar com ela até à outra margem. Assim se fez. Mas, quando o centauro chegou à outra margem, fugiu levando Dejanira. Hércules atirou-lhe uma flecha embebida no sangue da hidra. Ao morrer, o centauro imaginou uma forma de vingança: aconselhou Dejanira a recolher o seu sangue."Se Hércules te quiser um dia abandonar", disse-lhe ele, "basta-te embeber as suas roupas no meu sangue para que o seu amor renasça". Algum tempo mais tarde Hércules aprisionou uma princesa formosa e jovem. Dejanira, cheia de ciúme, embebeu no sangue de Nesso uma esplêndida túnica que bordara para o seu marido. Como o sangue estava envenenado pelas flechas de Hércules, mal o herói vestiu a túnica foi assaltado por dores lancinantes. A vingança de Nesso estava consumada. Hércules ia morrer. A sua alma foi recebida entre os deuses do Olimpo. Zeus e Hera deram-lhe em casamento a sua filha Hebe, a deusa da eterna juventude.
"Hércules, a quem os gregos chamavam de Herácles, devia à sua força imensa o privilégio de ser o mais popular de todos os heróis das antigas lendas gregas. Era filho de Zeus e de uma rainha de Tebas. Ainda no berço, deu Hércules provas do seu excepcional vigor. Um dia encontraram-no tranquilamente deitado com uma grande serpente em cada mão. Tinha estrangulado os animais, que o haviam atacado.Quando rapaz, guardava os rebanhos do seu pai terrestre. Um dia, ao conduzir os seus animais, chegou a uma encruzilhada onde encontrou duas deusas: uma era bela como o dia e prometeu ao jovem uma vida de prazer caso ele a quisesse seguir. Hércules perguntou-lhe quem era, tendo ela respondido: "sou a deusa do prazer". A outra deusa tinha um aspecto severo e sério. Era a deusa do dever. Disse a Hércules: "o caminho por onde te quero levar está cheio de dificuldades e exige muitos sacrifícios, mas no fim dele esperam-te uma glória imortal e um lugar no Olimpo"."Tu serás o meu guia", disse ele. Hércules teve então de entrar para o serviço de Euristeu, cobarde rei de Micenas. O seu senhor impôs-lhe as doze missões mais difíceis que se podem imaginar. Hércules só seria libertado da sua escravidão quando as tivesse levado a efeito. Realizou-as todas convenientemente.A sua lembrança permaneceu viva na lenda como os "Trabalhos de Hércules".A sua primeira proeza foi matar o leão de Nemeia. Mais tarde fez um manto com a pele desse leão, e essa cobertura protegia-o dos golpes.
Em seguida combateu a hidra de Lerna, pavoroso monstro, uma espécie de serpente de várias cabeças; vivia nos pântanos de Lerna, na região do mesmo nome. Hércules cortou primeiro algumas cabeças da hidra, mas por cada cabeça cortada cresciam rapidamente duas outras. Então pediu a um servidor que cauterizasse as feridas com um bocado de madeira incandescente antes que pudessem crescer novas cabeças. Quando o monstro, finalmente, morreu, embebeu as suas flechas no veneno, tornando-as assim mortais.Hércules realizou as penosas tarefas umas a seguir às outras. Um trabalho que parecia inteiramente impossível foi a limpeza dos estábulos do rei Augeias, onde o estrume de milhares de bois se tinha acumulado durante trinta anos. Mas Hércules resolveu o problema fazendo passar o rio Alfeu através dos estábulos. Em pouco tempo, toda a porcaria foi levada pelas águas.Finalmente, Hércules conseguiu chegar ao extremo, limite do mundo, onde se encontrava o gigante Atlas. Este suportava nas suas espáduas a abóbada celeste. Hércules incitou-o a roubar algumas maçãs de ouro no jardim de Hespérides, as filhas da noite, durante este tempo tomaria o lugar do gigante, segurando ele próprio a abóbada celeste. Mas Atlas, quando regressou com as maçãs, recusou-se a tomar conta do fardo."Bom então serei forçado a ficar aqui", disse Hércules. Mas ajuda-me um pouco, pois queria pôr uma almofada sobre os meus ombros". Naturalmente, Atlas não ia recusar-lhe este pequeno serviço. Mas, logo que se sentiu livre do fardo, Hércules fugiu com as maçãs e deixou Atlas entregue às suas imprecauções.A última tarefa de que Euristeu o encarregara era a de fazer sair o cão Cérbero dos Infernos. Hércules era muito corajoso, mas o coração batia-lhe quando partiu para a sombria mansão dos espectros. E sem a ajuda de Hermes não teria, sem dúvida, conseguido ser bem conseguido. Graças ao mensageiro dos mortos, conseguiu chegar junto de Hades, que finalmente o autorizou a levar o cão para a Terra. Não lhe foi fácil dominar esse monstro furioso, que tinha três cabeças e serpentes à maneira de pêlos. Hércules atirou-se ao cão e apertou-lhe as cabeças nas mãos; abafado, quase asfixiado, o cão estava reduzido à impotência. Em seguida Cérbero estava dominado. Deitou-se tremendo aos pés de Hércules e deixou-se conduzir de boa vontade.Quando Hércules chegou junto de Euristeu e lhe mostrou o cão, o príncipe ficou paralisado pelo medo e suplicou-lhe que levasse o animal. Hércules estava agora livre, mas não se aproveitou desta tranquilidade adquirida por tão elevado preço: começou a percorrer mundo, tornando inofensivos outros monstros e pondo a sua força ao serviço dos homens. Casou com a formosa princesa Dejanira.Um dia chegaram ambos a um rio rápido que precisavam de transpor. Hércules perguntava a si mesmo como é a sua mulher o atravessaria, quando chegou junto deles um centauro, animal metade homem, metade cavalo. Chamava-se Nesso e ofereceu-se para tomar Dejanira no seu dorso e nadar com ela até à outra margem. Assim se fez. Mas, quando o centauro chegou à outra margem, fugiu levando Dejanira. Hércules atirou-lhe uma flecha embebida no sangue da hidra. Ao morrer, o centauro imaginou uma forma de vingança: aconselhou Dejanira a recolher o seu sangue."Se Hércules te quiser um dia abandonar", disse-lhe ele, "basta-te embeber as suas roupas no meu sangue para que o seu amor renasça". Algum tempo mais tarde Hércules aprisionou uma princesa formosa e jovem. Dejanira, cheia de ciúme, embebeu no sangue de Nesso uma esplêndida túnica que bordara para o seu marido. Como o sangue estava envenenado pelas flechas de Hércules, mal o herói vestiu a túnica foi assaltado por dores lancinantes. A vingança de Nesso estava consumada. Hércules ia morrer. A sua alma foi recebida entre os deuses do Olimpo. Zeus e Hera deram-lhe em casamento a sua filha Hebe, a deusa da eterna juventude.
Conversor do Acordo Ortográfico
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O Conversor do Acordo Ortográfico é uma ferramenta de fácil utilização - e gratuita - para converter textos para a nova grafia, incluindo documentos em formato Word®. Apresenta critérios da conversão que se baseiam no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.
1.3.11
Lenda das Lagoas das Sete Cidades

"Em época recuada, existia, no lugar onde hoje fica a freguesia das Sete Cidades, um reino próspero e aí vivia uma princesa muito jovem, bela e bondosa, que crescia cada dia em tamanho, gentileza e formosura. A princesa adorava a vida campestre e frequentemente passeava pelos campos, deliciando-se com o murmurar das ribeiras ou com a beleza verdejante dos montes e vales.Um dia, a princesa de lindos olhos azuis, durante o seu passeio, foi dar a um prado viçoso onde pastava um rebanho. À sombra da ramagem de uma árvore deparou com o pastor de olhos verdes. Falaram dos animais e de outras coisas simples, mas belas e ficaram logo apaixonados. Nos dias e semanas seguintes encontraram-se sempre no mesmo local, à sombra da velha árvore e o amor foi crescendo de tal forma que trocaram juras de amor eterno.Porém, a notícia dos encontros entre a princesa e o pastor chegou ao conhecimento do rei, que desejava ver a filha casada com um dos príncipes dos reinos vizinhos e logo a proibiu de voltar a ver o pastor.A princesa, sabendo que a palavra do rei não volta atrás, acatou a decisão, mas pediu que lhe permitisse mais um encontro com o pastor do vale. O rei acedeu ao pedido.Encontraram-se pela última vez sob a sombra da velha árvore e falaram longamente do seu amor e da sua separação. Enquanto falavam, choravam e tanto choraram que as lágrimas dos olhos azuis da princesa foram caindo no chão e formaram uma lagoa azul. As lágrimas caídas dos olhos do pastor eram tantas e tão sentidas que formaram uma mansa lagoa de águas verdes, tão verdes como os seus olhos.Separaram-se, mas as duas lagoas formadas por lágrimas, ficaram para sempre unidas e são chamadas de Lagoas das Sete Cidades. Uma é a Lagoa Azul, a outra é a Lagoa Verde e em dias de sol as suas cores são mais intensas e reflectem o olhar brilhante da princesa e do pastor enamorados."
28.2.11
Livros - Concurso Nacional de Leitura: Os da minha rua | O Senhor Valéry


As obras Os da minha rua (de Ondjaki) e O Senhor Valéry (de Gonçalo M. Tavares), incluídas na fase distrital do Concurso Nacional de Leitura, já estão disponíveis na biblioteca escolar. Recordamos que os alunos André Torrinha, Inês André e Vanessa Pereira serão os representantes da escola nesta fase do concurso, a decorrer no dia 5 de Abril - em Faro. Estes alunos terão prioridade na requisição destas obras. Os professores Pedro Tavares e Rosa Nunes serão os acompanhantes destes alunos e estarão disponíveis para o esclarecimento de qualquer dúvida relativa ao estudo das obras ou ao funcionamento do concurso.
27.2.11
Biblioteca Escolar A.E. Castro Marim envia livros para Moçambique
A biblioteca escolar, através da dinamização da professora Ana Patrício, da equipa BECRE, em parceria com os alunos da Educação Especial e a professora Manuela Manuel, levou a cabo a campanha "Livros para Moçambique", a qual terminou com o envio de mais de 20 caixas de livros para este país africano de Língua Portuguesa.
A campanha "Livros para Moçambique" irá prolongar-se -se até ao final do mês de Fevereiro. Face à receptividade que tem tido, tanto com iniciativas individuais como com autarquias e escolas que continuam a querer aderir a este projecto, a campanha continua em todas as Estações de Correios do país. A iniciativa, que consiste na recolha de livros para crianças moçambicanas, é organizada pela associação “Karingana Wa Karingana” e tem como embaixadores Mariza e Eusébio, contando com o apoio dos CTT.
Bibliotecas universitárias recebem portáteis
São 65 as bibliotecas universitárias que ao longo dos próximos meses vão receber novos portáteis, para facultar o acesso dos seus alunos à Internet. A iniciativa é uma parceria do Universia com várias universidades e chega ao terreno de forma faseada. "O projecto Netversia visa facilitar o dia-a-dia aos estudantes universitários, disponibilizando computadores portáteis nas bibliotecas das várias universidades envolvidas", explica uma nota de imprensa do Universia. Os responsáveis da plataforma universitária consideram o projecto uma mais-valia para as universidades que ajudará a dotar as bibliotecas de mais recursos, úteis para os alunos que não têm ou não levam o PC para o estabelecimento de ensino. Ao todo serão entregues nas bibliotecas 130 portáteis, resultado de uma parceria com a Acer. Além da integração dos portáteis nas bibliotecas, a iniciativa assegura a entrega de 30 jornais diários em cada um dos pontos Netversia, o acesso a informação financeira e de gestão, assegurados, respectivamente pelo jornal Público e pela Informa D&B, também parceiras da iniciativa.
23.2.11
Quem é o Rei?

O velho leão acordou mal disposto. Para desanuviar o corpo e o espírito saiu da gruta e, majestosamente, foi dar o seu passeio matinal. Encontrou um leopardo e perguntou-lhe:
- Ouve lá, ó tu, quem é o rei da selva?
O leopardo, a tremer, respondeu:
- És tu, poderoso leão.
Depois, encontrou uma hiena e perguntou-lhe:
- Ouve lá, ó tu, quem é o rei da selva?
- És tu, poderoso leão - respondeu a hiena, atarantada.
Mais adiante, encontrou um gato do mato e perguntou-lhe:
- Ouve lá, ó tu, quem é o rei da selva? -
És tu, poderoso leão - respondeu o gato do mato, num grande pânico.
A seguir, encontrou um enorme elefante e fez-lhe a mesma pergunta. O elefante nem lhe respondeu. Enrolou-o com a tromba e atirou-o de encontro a uma árvore. Meio desfeito com o embate, todo amachucado, o leão levantou-se com dificuldade e queixou-se:
- Há bichos que são mesmos brutos. Lá porque não sabia responder, pedia-me para eu lhe fazer outra pergunta. Perguntar não ofende e não saber não é vergonha.
Mas o elefante já ia longe e não o ouviu.
Mais adiante, encontrou um gato do mato e perguntou-lhe:
- Ouve lá, ó tu, quem é o rei da selva? -
És tu, poderoso leão - respondeu o gato do mato, num grande pânico.
A seguir, encontrou um enorme elefante e fez-lhe a mesma pergunta. O elefante nem lhe respondeu. Enrolou-o com a tromba e atirou-o de encontro a uma árvore. Meio desfeito com o embate, todo amachucado, o leão levantou-se com dificuldade e queixou-se:
- Há bichos que são mesmos brutos. Lá porque não sabia responder, pedia-me para eu lhe fazer outra pergunta. Perguntar não ofende e não saber não é vergonha.
Mas o elefante já ia longe e não o ouviu.
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